Ao dobrar uma esquina, Nathan ficou cara a cara com o Capitão Jack e os seus homens. Com um passo firme e um olhar inabalável, ele entrou na linha de visão deles. Os piratas, surpresos com a sua súbita aparição, levantaram as suas armas, mas Nathan permaneceu calmo.
Os piratas hesitaram. Ao olhar para o uniforme de Nathan, Jack sentiu um brilho de ganância nos seus olhos. Isso é o que ele queria. Nathan permaneceu firme e confiante, com a sua mente repleta de possíveis resultados e estratégias.

Os olhos do Capitão Jack se estreitaram, sentindo a determinação na postura de Nathan. A cada segundo que passava, o peso do momento se intensificava. A tripulação de Nathan, escondida, mas atenta, prendeu a respiração, pronta para agir ao seu sinal.

Segurado por uma arma, a voz de Nathan era calma e controlada enquanto ele falava. “Eu sou o capitão deste navio e posso levá-los à carga mais valiosa do navio”, ele ofereceu, “Por favor, peguem isso e deixem os meus passageiros em paz” continuou.
Jack estreitou os olhos, com a suspeita e cobiça em conflito dentro dele. Certamente, garantir a carga seria melhor do que perder o seu tempo procurando reféns. Depois de um momento de tensão, ele assentiu, concordando em seguir Nathan, mas mantendo a sua arma apontada para ele.
Nathan liderou o caminho, percorrendo o labirinto de corredores da nave. Cada passo era deliberado, guiando-os mais profundamente para a sua armadilha. Ele manteve um ritmo constante, sem revelar nada, enquanto permanecia atento a cada som e sombra.