Apesar de ter pedido ajuda, Nathan sabia que a situação estava longe de terminar. Ele examinava constantemente os monitores, com a mente cheia de estratégias, preparado para agir a qualquer momento. Por fim, o rádio foi activado com a resposta da Guarda Costeira.

Eles reconheceram a precariedade da situação e estavam elaborando um plano de abordagem, com o objectivo de abordar o navio com o mínimo de escalada. Suas palavras trouxeram um vislumbre de esperança, mas Nathan ainda estava nervoso.
Ele sabia que o navio estava longe, no Mar da Arábia, a pelo menos três horas de distância da costa mais próxima. Preparando-se para o que estava por vir, ele se preparou para o seu próximo passo. Nathan sabia que confrontar os piratas com armas podia levar a um derramamento de sangue desnecessário.
Ele considerou os riscos – a tripulação podia se ferir, ou pior, os passageiros poderiam entrar em pânico, revelando os seus esconderijos e dando aos piratas uma vantagem mortal. No entanto, não fazer nada não era uma opção. Nathan entendeu que os piratas, frustrados pelo silêncio misterioso do navio, logo se tornariam violentos.
Enquanto Nathan assistia pela CCTV, o Capitão Jack conduziu os seus homens restantes pelos corredores do navio com maior cautela. A ausência dos seus dois companheiros era alarmante. Os instintos de Jack diziam que algo estava errado. Ele pediu que os seus homens se movessem em silêncio.
À medida que se aprofundavam no navio, o silêncio sinistro pesava sobre eles. O capitão Jack apertou a sua arma com mais força enquanto vasculhavam as cabines em busca de sinais dos seus companheiros. A cada cabine vazia, o seu estado de alerta aumentava.

Era como se os companheiros tivessem desaparecido no ar. Os seus homens trocavam olhares nervosos, o peso da situação pressionava-os. A mente do Capitão Jack estava acelerada, cada passo à frente parecia um passo mais fundo no perigo.