Mas enquanto o olhar de Nathan se demorava no horizonte, algo incomum chamou sua atenção. Dois pequenos barcos estavam correndo em direção ao navio de cruzeiro, sua velocidade era agressiva demais para serem pescadores comuns fazendo sua rotina diária.
Ele os observou por um momento, com seus instintos militares em alerta máximo. A princípio, ele tentou afastar o pensamento, esperando que fossem apenas moradores locais ansiosos para ver o grande navio. Mas, à medida que os barcos se aproximavam, a verdade sinistra tornou-se impossível de ignorar.Num instante, a mente de Nathan mudou de marcha, cada músculo do seu corpo ficou tenso enquanto ele se preparava para agir. Não havia tempo a perder. “Todos para o convés!”, gritou ele, chamando instantâneamente a atenção da tripulação e dos passageiros que estavam por perto.O pânico espalhou-se como fogo. quando os passageiros perceberam o perigo que corriam. Gritos ecoaram pelo convés enquanto as pessoas fugiam em todas as direções, desesperadas para encontrar segurança. A tripulação, apanhada de surpresa com a ameaça repentina, se esforçou para agir.Mas a situação já estava saindo do controle. Nathan permaneceu enraizado no local, os seus anos de treino o mantiveram calmo mesmo quando o caos irrompeu ao seu redor. Ele sabia que fugir não resolveria nada. A única opção era revidar.A pulsação de Nathan acelerou quando ele sacou o telefone, discando com urgência para Samantha. “Sam, escuta”, disse ele, a sua voz baixa, mas firme. “Vai para o nosso quarto e tranca a porta. Não a abras para ninguém, não importa o que ouças.A preocupação na sua voz era impossível de esconder, mas ele sabia que ela entenderia a seriedade. Ela concordou com tensão antes de desligar, deixando Nathan com a tarefa que tinha em mãos. Ele correu em direção aos aposentos do capitão, com alguns seguranças logo atrás.
O navio de cruzeiro